
"Sei que é difícil acreditar quando dizem " sei como se sente"... Mas no meu caso, eu sei. Veja, eu estava saindo com alguém em Londer. Trabalhamos na mesmo jornal. Descobri que ele também saia com outra garota, Sarah. Da seção de produção, 19º andar.
Aconteçe que ele não estava tão apaixonado como eu imaginava. O que quero dizer é... Eu sei como é se sentir extremamente pequena e insignificante. E como isso dói em lugares que você nem sabia que tinha em você. E não importa quantos cortes de cabelo, quantas academias você freqüenta, ou quantas garrafas você toma com suas amigas. Você continua indo pra cama todas as noites, repassando todos os detalhes e se pergunta o que fez de errado. Ou como pôde ter entendido errado. Ou como por aquele momento pensou que era feliz? Até se convence de que uma hora ele vai perceber o erro e baterá na sua porta. E depois de tudo, ainda que essa situação tenha durado muito tempo... Você vai para um lugar novo e conhece pessoas que te fazem sentir útil de novo, e vai recompondo sua alma pedaço a pedaço. E toda aquela confusão e os anos desperdiçados da sua vida começam a desaparecer." - O amor não tira férias!
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